Na névoa, a cidade, ébria
oscila, tomba.
Informes, as casas
perdem o lugar e o dia.
Cravadas no nada,
as paredes são menires,
pedras antigas vagas
sem princípio, sem fim.
(Fiama Hasse Pais Brandão)
Publicado por Killer Sentimental em janeiro 22, 2007 12:08 PM | TrackBack