São dezanove anos de saudade, nestes tempos em que ainda não deram o poder à malta.
«...Não me arrependo de nada do que fiz. Mais: eu sou aquilo que fiz. Embora com reservas acreditava o suficiente no que estava a fazer, e isso é o que fica. Quando as pessoas param há como que um pacto implícito com o inimigo, tanto no campo político como no campo estético e cultural. E, por vezes, o inimigo somos nós próprios, a nossa própria consciência e os alibis de que nos servimos para justificar a modorra e o abandono dos campos de luta...José Afonso...»
Publicado por Killer Sentimental em fevereiro 23, 2006 02:46 PM | TrackBack