Mem Martins, Sintra. A lareira aquece-nos o corpo. E a alma. Famous Grouse (um, de cada vez), amendoins com sal, Português azul. A mulher, companheira de uma vida. A menina, luz dos nossos olhos. O DN e o Courrier. Só um pouco mais de lenha, querida. Está frio, está mesmo muito frio. De rachar. E o Hotel Babilónia, do já saudoso Cáceres. E um poema. Ou parte dele:
Não te deixes murchar. Não deixes que te domem.
É possível viver sem fingir que se vive.
É possível ser homem.
É possível ser livre livre livre.
(Manuel Alegre)
Bom ambiente!...Ou, o descanso do guerreiro.
Só estava aí a mais o Português azul e faltava saber qual era a música.
Saudações alegres.