Embora com uns dias de atraso, tinha que o lembrar aqui.
O meu compañero João sabe bem quanto o admirava.
Não consigo, por mais que tente, encontrar na História do Século XX em Portugal, alguém que se lhe assemelhe, que lhe "roçe sequer os calcanhares".
Se a Liberdade viveu em Portugal um grande amor, o seu companheiro e amante chamava-se Emídio Guerreiro.
E o "meu" Portugal cada vez mais pobre, já que não estão entre nós nenhum dos "meus três grandes": Joaquim Agostinho, Carlos Paredes e agora Emídio Guerreiro.
ATÉ SEMPRE, GRANDE EMÍDIO GUERREIRO !
Publicado por Killer Sentimental em julho 3, 2005 09:50 PM