O telefone toca e a dona da casa atende.
- Está?...
- Gostava de falar com a Sra. Silva, se faz favor.
- É a própria.
- Sra. Silva, fala o Dr. Arruda , do Laboratório de Análises Clínicas. Ontem, quando o médico do seu marido enviou a biópsia dele aqui, ao mesmo tempo que chegou também uma biópsia de um outro Sr. Silva e nós agora não sabemos qual é a do seu marido. Infelizmente, os resultados são ambos bastante maus...
- O que é que o senhor quer dizer com isso?
- Bom, um dos exames deu positivo para Alzheimer, e o outro deu positivo para SIDA. E nós não sabemos qual é o do seu marido...
- Isso é incrível! Não podem repetir os exames?
- Normalmente, seria isso que faríamos , mas o Serviço Nacional de Saúde só paga estes exames caros uma única vez, por paciente...
- Então o que é que me aconselha a fazer?
- Bom, eu aconselhava-a a levar o seu marido para um lugar longe de casa e a deixá-lo lá ficar. Se ele conseguir encontrar o caminho de volta, não faça mais sexo com ele...
Na blogosfera nacional, não encontro melhor que:
Esforço, dedicação, devoção e glória, eis o FUMAÇAS !
Foi o principal responsável pela minha entrada neste "mundo" e faz o favor de ser meu amigo. Dos bons, diga-se.
Um abraço, João Carvalho Fernandes !
O gafanhoto esperto tinha a mania de ir ao cu aos pirilampos! De noite via-lhes a luzinha e pimba... Um dia queimou a pila.
Lixou-se! Era uma beata!
“O velho abutre é sábio e alisa as suas penas
A podridão lhe agrada e seus discursos
Têm o dom de tornar as almas mais pequenas”
(Sophia de Melo Breyner Andresen-1962-Livro Sexto)
Actualmente, as pessoas têm as mesmas características: bufos, aspirantes a bufos e resistentes. Por isso, os analfabrutos da 3.ª República, herdeiros naturais dos analfabetos da 2.ª República, não poderiam ter feito outra escolha. Acresce o facto de a RTP andar à procura, desde há meia dúzia de anos, do seu “Zé Maria”. Com efeito, “o Toninho de Santa Comba” é a resposta perfeita, da televisão do Estado, ao “Zé Maria de Barrancos”.
E Portugal ?
Triste, cinzento e carregado de bolor; subsistem, porém, algumas bolsas de resistência.
Um miúdo vê um casal de cachorros montados um no outro, no meio da rua e pergunta à avó:
- O que eles estão a fazer, avó?
A avó prefere uma explicação provisória:
- É o seguinte; como o cachorrinho de trás está com a patinha magoada, o cachorrinho da frente deixou ele se apoiar nas costas para andar.
E miúdo, indignado:
- É sempre assim. A gente ajuda os outros e ainda é enrabado!
Uma parte de mim pertence à França
e sou de Roma e Grécia e de Veneza
haverá sempre em mim um outro céu
e o E da Europa é o E da nova Esperança.
Onde começa o mar começo eu
começa a viagem e a festa da tristeza.
Um eco na Abadia: eis a Inglaterra
Não sei se Lorelei me traz a Alemanha
nem se Natasha a Rússia da paixão
Não sei se tenho o mundo por herança
Só sei que Portugal é a minha terra
e a minha pátria é onde a alma alcança
e todas as nações minha nação.
(Manuel Alegre)
O sexo é como uma estação de serviço: às vezes recebe-se um serviço completo, outras vezes tem que se pedir para se ser atendido, e há vezes em que temos que nos contentar com o self-service!
Caros senhores párocos,
Antes de falarmos de vossas paternidades, permitam-me uma fugaz divagação sobre taxistas. Ainda não há muito, a propósito duns atropelos algo indecorosos que ocorriam no aeroporto de Lisboa, não poucos cidadãos manifestaram nos jornais uma forte desconfiança na classe. De imediato um jovem veio responder com indignação que era filho de taxista e que o pai, numa vida inteira de trabalho, sempre procedera como homem íntegro e impoluto. O jovem tinha razão ao não querer um homem de bem misturado com a mexerufada mais ou menos carroceira que indispunha os colaboradores e leitores dos jornais.
Eu penso que, ao dirigir-me a vossas senhorias, não corro o risco de que venha um filho desagravar o pai, e, se vier, pois tudo é possível nestas desajustadas eras, sempre protestarei que não me refiro aos párocos honrados, cumpridores do seu mester, respeitadores da constituição e da lei, repesos das malfeitorias contra Hipácia e Galileu, leitores de romances, informados do mundo, preocupados com as suas ovelhas, horrorizados com as memórias do Santo Ofício, para resgate do qual pedem perdão à divindade todas as noites, chorando. É, na verdade, muito difícil conversar e sustentar um determinado ponto sem recorrer às generalizações, porque os contínuos ‘distinguo’ acabam por entrevar o discurso. Seja a conversa sobre taxistas, jornalistas, toureiros, advogados ou calceteiros, compreenderão que ela resulta enfraquecida se a cada passo tivermos de acrescentar: «Claro que não são todos assim, eu até conheço uns torcionários de bom coração e altíssima cultura.»
Falo, senhores curas, com tristeza e com repulsa dos párocos do século XIX que por qualquer equívoco da Biologia continuam a negrejar e a bramir em igrejas que há por aí. Cabe aos cientistas averiguar como é que organismos com 200 anos tomam conta de um espaço público que a liberdade de culto consente ao seu múnus, para o desvirtuar em exercícios de solta demagogia e propaganda política. Talvez a água benta conserve, o incenso enrije e o ar dos templos, preservado das correntes deletérias do exterior, mantenha os corpos e as almas de outrora tal como elas eram. Já não se exibem, porventura, cartas remetidas do céu, como nos bons tempos de Baltasar Gracián e, até, de Júlio Diniz, mas há que reconhecer que a decadência e a má qualidade dos correios vêm sendo notórias desde há uns anos a esta parte.
Senhores priores, eu sei como vossas mercês, com o venerando Bispo de Roma à cabeça, trovejaram tão ferinamente contra o sufrágio universal, contra a liberdade de expressão, contra a liberdade de imprensa, contra a liberdade de ensino, contra a liberdade de manifestação, contra a igualdade perante a lei, contra a liberdade de culto, contra a República, contra o 25 de Abril, contra o divórcio, contra a pílula, contra o preservativo. Trovejar até seria o menos, porque lamentavelmente chego a pressentir em alguns dos vossos colegas um ressentimentozinho por já não ser permitido queimar gente ou denunciar gente para ser queimada. Se a divindade que vossas senhorias reverenciam existisse, existência que nunca foi provada e de que eu me permito, discreta mas firmemente, duvidar, decerto que o perfil da personagem, como vem às vezes relatada, não se compaginaria com certos comportamentos e certas vozearias dos seus subordinados.
Isto, senhores padres, vem a propósito de rumores que considero fundados acerca do teor das algumas homilias em matéria de referendo, utilizando os altares para violentar a boa fé dos crentes e a liberdade das consciências. A ser verdade, e por o Ministério Público andar tão ocupado com outro tipo de manipulações, que não teve decerto tempo para, neste campo, defender os interesses da República, eu julgo-me no direito de vos relembrar os vossos deveres e as condições legais em que a prática do vosso culto é aceite.
Há, senhores curas, entre os crentes, gente absolutamente admirável, a muitos títulos, que soube merecer o respeito e a admiração dos outros cidadãos: queiram inspirar-se nela. Há quem pratique, desinteressadamente, boas obras: tenham a bondade de testemunhar, apontar e seguir esses magníficos exemplos. E, já agora, de uma vez por todas, de preferência dando mostras de arrependimento, convertam-se finalmente à democracia.
(Mário de Carvalho, escritor, Jornal de Letras, 14/03/2007)
Exmo. Senhor Ministro da Defesa,
Venho deste modo explicar-lhe uma situação delicada que tem vindo a ocorrer, de maneira a poder obter um eventual apoio vindo de V. Exa..
Tenho 24 anos, e fui esta semana chamado para ir à tropa. Sou casado com uma viúva de 44 anos, mãe de uma jovem de 25 anos, da qual sou padrasto. O meu pai, por seu lado, casou-se com essa jovem em questão. Neste momento, o meu pai passou a ser o meu genro, uma vez que se casou com a minha filha. Deste modo, a minha filha, ou chamemos-lhe, enteada, passou a ser a minha madrasta, uma vez que é casada com o meu pai.
A minha esposa e eu tivemos, no mês passado, um filho. Esse filho tomou-se o irmão da mulher do meu pai, portanto o cunhado do meu pai. O que faz com que seja o meu tio, uma vez que é o irmão da minha madrasta. O meu filho é, portanto, o meu tio...
A mulher do meu pai teve no Natal um rapaz, que é ao mesmo tempo o meu irmão, uma vez que ele é filho do meu pai, mas o meu neto por ser o filho da minha enteada, filha da minha esposa. Desta maneira sou o irmão do meu neto!...
E como o marido da mãe de uma pessoa é o pai da mesma, verifiquei que sou o pai da minha esposa, e o irmão do meu filho. Resumindo: sou o meu avô!!!
Deste modo, Senhor Ministro, peço-lhe que estude pacientemente o meu caso, porque a lei não permite que o pai, o filho, e o neto sejam chamados à tropa na mesma altura.
Agradecendo antecipadamente a sua atenção, mando-lhe os meu melhores cumprimentos.
Alevantar-O acto de levantar com convicção com o ar de " a mim ninguém me come por parvo! Alevantei-me e fui-me embora!"
A revolta estala-lhe na voz quando diz que "O Padrinho é uma merda de filme sobre a Mafia". Francis Ford Coppola, explica, "mostrou-a simpática e fascinante". Com glamour à Hollywood. "E a Mafia é cruel, para nós é uma vergonha e uma ofensa". Letizia Battaglia sabe do que fala. Já perdeu a conta aos disparos à queima-roupa, aos carros armadilhados, às vítimas banhadas de sangue que fotografou para o jornal de Palermo L'Ora. Aos 72 anos, esta premiada repórter siciliana que transformou a câmara em arma de denúncia admite que já poucas forças lhe restam. O fardo "é demasiado pesado". E a luta, trava-a agora com exposições como a que ontem inaugurou em Lisboa.
Patente até 29 de Abril na livraria Libritalia (Rua do Salitre, 166B), "Paixão, Justiça e Liberdade" reúne 31 provas a preto e branco de três décadas de trabalho. Como qualquer jornalista, Letizia Battaglia não sabia o que cada dia lhe reservava. "Podia começar com as escolas, fiz muito futebol, teatro, música... E depois o telefone tocava e ia cobrir um assassinato, os feridos", conta ao DN.
"Sou muito mais do que a fotógrafa da Mafia. Mas nunca consegui libertar-me disso. Mesmo se tento fazer outras fotografias, o mundo não está interessado nelas", desabafa com um encolher de ombros.
A foto que denunciou Andreotti
Uma dessas fotografias - por sinal, "bem má!" diz a sorrir -, acabou por constituir prova contra o ex-primeiro ministro italiano Giulio Andreotti (então, já senador vitalício).
Em 1993, "a polícia fez buscas no jornal, para ver imagens de todas as vezes que Andreotti foi a Palermo. Descobriram que, numa espécie de festa eleitoral, havia uma feita por mim", esclarece .
As buscas estenderam-se a sua casa e aos 600 mil negativos do seu arquivo. Essa imagem de 1978, feita "por acaso", mostrava o homem que liderou sete governos da democracia-cristã italiana com um empresário e "demonstrou que frequentava a casa de mafiosos". Demasiado tarde. A prova prescreveu.
"O juiz era Roberto Scarpinato", recorda. "Trabalhou muito, durante dez anos, para que um homem horrível como Andreotti fosse para a prisão. Perdeu. E depois de ter perdido o caso, perdeu mesmo a cabeça... Havia três juízes e o mais jovem traiu-o. A sentença tinha de ser unânime."
Numa guerra que vitimou milhares de pessoas - de mafiosos de famílias rivais a magistrados, políticos, padres, jornalistas ou cidadãos que estavam no sítio errado à hora errada, Letizia Battaglia perdeu dois amigos juízes. Em 1992, ambos em carros armadilhados, e por ordem do temível padrinho Salvatore "Totò" Riina.
"No dia em que mataram o juiz [Giovanni] Falcone, disse que não queria mais fazer fotografias de gente assassinada. Mataram o juiz [Paolo] Borsellino e não peguei na máquina. Foi muito violento para toda a gente, mas sobretudo para mim. Era impossível continuar se as coisas não mudavam". As fotos mais duras, reconhece, são estas, as que nunca fez. Ao acender mais um cigarro, em pleno ataque de tosse, acredita-se que "não é fácil falar destas recordações".
A Mafia de colarinho branco
A eficácia da famosa Operação Mãos Limpas deixa-a "humilhada enquanto cidadã". Esta é uma guerra impossível de vencer sem "governos fortes e seguros", afirma. Com Silvio Berlusconi (primeiro-ministro em 1994 e de 1996 a 2001) houve "uma viragem política enorme". Alguma vez o fotografou? "Jamais o quis fotografar!", atira com olhar zangado. "O guardião da sua villa em Milão é um mafioso! Os colaboradores mais directos do seu primeiro governo foram arguidos por ligação à Mafia!"
Depois da morte de Falcone e Borsellino, diz Battaglia, a Cosa Nostra "fez um pacto com o Estado". "Não matou mais gente das instituições, mas tem o poder, controla as obras públicas". O cimento faz correr "rios de dinheiro". As grandes estradas, os hospitais ou o projecto da ponte para ligar a ilha da Sicília a Itália "têm o dedo da Mafia", acusa.
A fotógrafa fala de "poder político comprado", de "votos controlados pelos chefes dos bairros", de extorsão aos comerciantes em troca de protecção, de lavagem de dinheiro com os EUA e a América do Sul, de dealers dentro dos ministérios. "Dizem os especialistas que só o tráfico de cocaína é um negócio maior do que a Fiat".
A Mafia "mudou, adaptou-se, tem mais educação e representa-nos na política, veste fato e gravata". Os jovens não têm modelos e "estão desencorajados". A falta de instrução e o desemprego tornam apetecível o dinheiro fácil.
Letizia Battaglia está cansada. Sobreviveu aos roubos em sua casa e às ameaças de morte, mas não consegue libertar-se desta "prisão". Quer tanto "destruir" as suas fotografias que agora as usa para manipulações em que inclui nus femininos. "As mulheres são menos cúmplices com as coisas horríveis do mundo".
Leoluca Orlando, que presidiu à câmara municípal de Palermo entre 1985-1990 e 1993-2000 com o movimento antimafia La Rete - que a fotógrafa integrou como membro de Os Verdes -, é de novo candidato às eleições em Maio. "Se perder, vou para África. Não poderei continuar. Basta!", diz Letizia Battaglia.
(in Diário de Notícias de hoje)
Sem censura de espécie alguma e com a devida vénia ao meu amigo Jorge Afonso:
"...Meus amigos.
O futebol (e não só...) em Portugal está condenado. Os clubes que apostam na Formação (e essa é a única saída para os clubes em Portugal) estão fodidos. Só há lugar para os clubes viáveis economicamente e financeiramente.
Dentro de não muito tempo teremos uma Liga Europeia estruturada como a NBA norte-americana, porque mais tarde ou mais cedo o futebol não pode viver com leis próprias à revelia das leis comunitárias. A UEFA é que tem tentado adiar isto para ir continuando a manter o controlo e as benesses da própria organização.
Quando os grandes clubes quiserem, formam uma liga própria e começam a jogar entre eles. Há lugar para cerca de 30 clubes em toda a Europa neste modelo. Talvez divididos em 2 níveis. E tal como na NBA, participam porque têm dinheiro para pagar o ingresso. E isso só é possível havendo viabilidade económica e financeira em cada clube. Se não há, acaba-se. Na NBA, as equipas saem quando já não são viáveis nestes termos. Ponto.
Para se ser viável, as receitas (das mais variadas proveniências, como qualquer empresa), têm que superar os custos. Ponto.
Dentro de uns anos, os nossos netos estarão a torcer pelo Madrid, Barcelona, Manchester, Bayern, etc., porque todo este grande espectáculo fará parte do seu dia a dia. Chama-se a isto Globalização. As nossas mentes também têm que soltar as amarras relativamente ao país onde nascemos. Não podem continuar com fronteiras estabelecidas conceptualmente. Eu sou um cidadão deste planeta. Ponto.
Os futebóis como o nosso voltarão aos velhos tempos do verdadeiro amadorismo. Os outros farão parte da Grande Liga.
E não digo mais. Em Março, já não é tempo de futebol.
E em 17/6, volta às arenas em Barcelona aquele que talvez seja o maior de sempre. José Tomás. A verdadeira liturgia sacrificial renasce. Vida ou morte para conquistar a glória. 120 000€ por cada corrida. E ninguém diz que é demais. E todos os empresários estão dispostos a pagar. E a tribo nómada que não tem fronteiras não pára.
On the road... mais uma vez!..."
Se para encontrar novos rumos para alterar a nossa democracia, é preciso o contributo do Dr. Lopes, um personagem que encarna na perfeição a maior parte dos grandes defeitos nacionais, estamos conversados.
A Nova Democracia morreu.
Embora lá tenha boa gente.
Mas morreu.
Se a administração da Volkswagen, na Alemanha, já decidiu investir mais em Portugal, não chegou a altura do nosso Estado tomar uma posição ?
Ou seja, substituir toda a sua frota, por automóveis desta marca alemã ?
"Se a mulher soubesse o valor que tem o homem, atenderia todos os seus desejos. "
"Se a mulher soubesse o valor que tem, o homem atenderia todos os seus
desejos."
Finalmente !
Os meus parabéns ao distinto cidadão ucraniano Andrei Shevchenko:
"...«É mau tacticamente e tem ideias fixas. Sinceramente, tive melhores treinadores do que ele», afirmou Shevchenko, que referiu que Mourinho «nunca» conversou com ele, criticando ao mesmo tempo a sua utilização em campo, já que joga «numa posição onde não sou forte».
O ucraniano confessou que as relações com Mourinho «são meramente profissionais».
«Não é nenhum segredo afirmar que a minha vinda para o Chelsea partiu mais da iniciativa de Roman Abramovitch do que dele, mas quando começaram as negociações Mourinho até se mostrava satisfeito por poder contar comigo. No entanto, de repente, e em especial nos últimos tempos, tenho sido o seu alvo preferido, talvez porque passaram a ser difíceis as suas relações com o presidente...»...".
Um feliz casamento entre a sensibilidade e o bom gosto: eis o OFICINA DAS IDEIAS.
Parabéns, querido amigo Vicktor !
Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". De então para cá o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma, tanto em Portugal como no resto do mundo.
Pretende-se chamar a atenção para o papel e a dignidade da mulher e levar a uma tomada de consciência do valor da pessoa, perceber o seu papel na sociedade, contestar e rever preconceitos e limitações que vêm sendo impostos à mulher.
Este Pinto de Sousa que vai a julgamento no Apito Dourado é familiar do senhor Primeiro Ministro ?
Um homem passa pela sua colega de escritório e diz-lhe que o cabelo dela cheira muito bem.
A colega vai imediatamente ao gabinete do chefe e diz-lhe que quer fazer queixa dum colega por assédio sexual.
O Chefe admirado pergunta-lhe:
- Mas, afinal, qual é o mal de um colega lhe dizer que o seu cabelo cheira muito bem?
- Chefe !!! ... ele é anão !!!
Um sujeito entra numa tasca, e vê por cima do balcão o seguinte cartaz:
Bagaço-0,40;Pão com queijo-0,80;Sanduíche de galinha-1,80 e Acariciar o órgão sexual-10,00.
Verificou a carteira para não passar vergonha, foi até ao balcão e chamou uma das três garotas, que estavam a servir bebidas nas mesas:
-Por favor.
-Sim?. responde ela com um sorriso lindo. Em que posso ajudar?
-É você que acaricia o órgão aos clientes ?
-Sou..., responde ela com uma voz bem sensual.
-Então, lave bem as mãos, que eu quero um Pão com queijo!