janeiro 29, 2007

UMA INDISCRETA

Se o homem não foi contratado para jogar andebol, sendo até a mais contratação do Clube desde sempre, para a prática do futebol, porque razão não lhe cortam as mãos ?

Publicado por Killer Sentimental em 10:21 AM | Comentários (1) | TrackBack

OSWALDO RESISTE

Para transformar a sua Pátria amada.

Oswaldo Payá

Opositor cubano

Nasceu em Havana, há 54 anos

Funda, em 1988, o Movimento Cristão de Libertação e, dez anos depois, desenvolve o Projecto Varela

Em 2002 recebeu o Prémio Sakharov atribuído pelo Parlamento Europeu

Um dos mais conhecidos opositores cubanos, responsável pelo desenvolvimento do Projecto Varela e do Programa Todos Cubanos, disse ao DN que nos últimos seis meses nada mudou em Cuba, a não ser o aumento da repressão contra a oposição. Confessando que ficou surpreendido com a passagem de poder de Fidel Castro para o seu irmão Raúl a 31 de Julho, Oswaldo Payá defende uma abertura pacífica para Cuba e apela à solidariedade internacional imediata para a libertação dos presos políticos, lembrando sempre que as mudanças têm de partir do interior da ilha. Numa entrevista telefónica, o opositor - que vive em Havana - fala na falta de informação sobre a saúde do líder cubano, considerada "segredo de Estado", e no medo que impera nas ruas.
Não mudou nada. A doutrina do Governo é de que não vai haver nenhuma mudança. E isso é que é grave, porque o povo cubano quer e precisa de mudanças agora. Precisa de uma abertura económica, de liberdade de movimento e de comunicação, de garantias no direito de expressão e associação, de um novo espaço na vida para que a nova geração não tenha de continuar dependente dos mecanismos de um poder absoluto e totalitário. O que mudou foi haver mais vigilância sobre nós, menos tolerância para os líderes dos movimentos de oposição. Há um ambiente de hostilidade e ameaça contra a minha casa e a minha família, houve uma agudização do cerco em nosso redor. Tudo porque estamos a propor uma saída pacífica para Cuba que é necessária agora.
Vivemos numa altura de incerteza, de espera sem esperança, onde o cidadão não pode falar do seu futuro nem fazer nenhum projecto de futuro. Esses projectos são movimentos cívicos, apoiados pelos cidadãos, mesmo no meio do totalitarismo. Para nós é um desafio apresentá-los, porque o regime procura impedir-nos, mas sabemos que a maioria dos cubanos que conhecem o Projecto Varela apoia este referendo que estamos a pedir e diz: "É isto que tem de acontecer". Uma mudança para que os cubanos participem na vida económica, política e cultural. Este é o Projecto Varela que, neste momento, é uma verdadeira alternativa para o povo de Cuba.
Responde às expectativas dos cubanos, porque ao contrário do regime, que diz que não há mudanças e fecha a porta ao futuro, defende que podem existir mudanças sem violência, como houve, por exemplo, em Portugal. Não estamos a falar de um golpe de Estado, estamos a falar de uma mudança cívica e pacífica. Mudanças sem violência, sem vingança, sem um falso neoliberalismo. Defendemos a educação e a saúde grátis, sem privatizações desenfreadas, mas com liberdade económica. Hoje, só os estrangeiros e alguns da nomenclatura podem ter negócios. Este programa é de uma grande dimensão conciliadora, humanista, social, mas também de abertura a todos os direitos dos cidadãos. Isso é possível a partir de um movimento cívico, que já começou, apesar de haver grande repressão e muito medo. Mas esta é a nossa luta pacífica.
Apesar de sermos perseguidos, sempre tivemos o espírito de não odiar as pessoas que estão no poder. Como cubanos, eles, seja Fidel Castro ou Raúl Castro ou quem quer que esteja no poder, têm a obrigação e a responsabilidade de facilitar estas mudanças. É uma necessidade vital e histórica da sociedade cubana, é um direito do povo de viver numa nova etapa de liberdade. Vivemos quase 50 anos em tensão, sob opressão, sob campanhas políticas onde as pessoas se convertem em bonecos. A nossa esperança é no povo e na solidariedade internacional, dos portugueses, dos europeus, de todos.
Apoio político e moral, não de intervenção, embargo ou bloqueio. O que queremos é solidariedade dos povos, dos parlamentos, das igrejas, dos trabalhadores, apoiando a libertação dos presos políticos que estão detidos por defender os direitos humanos e apoiando o referendo do Projecto Varela. Porque cada povo tem direito a que se lhe dê a voz para decidir o seu destino. Nós sabemos que quando se olha de longe para Cuba há a tendência para ver apenas a figura de Fidel ou Raúl. O nosso apelo é que não esperem que Fidel Castro morra. Há 11 milhões de cubanos a precisar agora de solidariedade internacional, no sentido de apoio e não de intervenção.
Sim. É a única maneira legítima. A partir de Cuba, entre cubanos, pacificamente. Lembre-se da África do Sul, foi uma alteração feita por sul-africanos, mas a comunidade internacional apoiou o diálogo e o referendo. Nós temos o nosso próprio caminho e a nossa própria realidade. Alguns confundem o nosso apelo à solidariedade com intervenção, ou com ditar programas e caminhos. Esses programas ou caminhos vamos ser nós a construí-los, apenas precisamos de apoio moral, que se levantem as vozes a favor da liberdade dos presos e para que se dê voz ao povo de Cuba, em favor do diálogo nacional que estamos a pedir.
O nosso exílio é parte inseparável do povo de Cuba e deve ter voz e direitos no seu país como cubanos. Mas não através de outros governos. Participando como cubanos no processo cívico quando for possível regressar e apoiando moral e politicamente este processo. No exílio, a maioria apoia o Projecto Varela e uma mudança entre cubanos, sem intervenção, pacificamente. Mas, há algumas pessoas e alguns grupos que têm umas posições de ataque à nossa linha de reconciliação e de mudança pacífica. Mas esses não representam a maioria.
Nós estamos abertos a esse diálogo, mas não como pessoas, grupos ou partidos que querem um pedaço do poder. Temos uma posição muito transparente: a lei deve transformar-se para dar direitos a todos os cidadãos e nesse sentido, para o conseguirmos, sem exclusão, sem ódio, estamos dispostos ao diálogo. Até agora nunca houve esse contacto e não creio que tenham a liberdade de o fazer. Nós sim, paradoxalmente, temos a liberdade de dizê-lo. Qualquer diálogo dever ser encaminhado para devolver ao povo o que é do povo, os seus direitos. Porque os cubanos também têm direito aos direitos.
Nós não temos de esconder a verdade. Foi uma surpresa. Mas, passada essa surpresa, há uma manipulação da informação. Um medo da mudança e do que pode acontecer. Os cubanos não são sequer informados. O nosso movimento não joga o futuro a pensar na morte de uma pessoa. Somos um movimento cristão. Mas o povo cubano tem direito à informação. Dizem que a saúde de Fidel é um segredo de Estado. Depois, aparece um médico em Espanha a dizer ao mundo o que o povo de Cuba não pode saber. Eu sou um opositor à política de Fidel, mas respeito os sentimentos da sua família e a ele enquanto ser humano. Porque é que os cubanos não têm direito a preparar-se para um novo momento? O povo está uma vez mais excluído e só pode estar na incerteza. As pessoas nas ruas comentam, mas muito discretamente, porque têm medo de falar do tema. A cultura do medo impõe-se.

Publicado por Killer Sentimental em 10:15 AM | Comentários (0) | TrackBack

janeiro 26, 2007

A ALMA DO MESTRE

Sempre cantado, sempre a reinventar-se a sua arte.

«...Cristina Branco vai apresentar um espectáculo em que canta José Afonso, agora que passam 20 anos sobre a sua morte, no Teatro São Luiz.

As actuações vão acontecer todas as sextas e sábados entre 2 e 24 de Fevereiro, sempre às 23h30. O preço dos bilhetes é de 15 euros.
Este novo projecto tem direcção musical de Ricardo Dias e a acompanhar a cantora estão Alexandre Frazão (bateria), Mário Delgado (guitarras acústicas e eléctricas), Bernardo Moreira (contrabaixo) e o próprio Ricardo Dias no piano e acordeão...»

(in Diário Digital-26-01-2007)

Publicado por Killer Sentimental em 11:35 PM | Comentários (0) | TrackBack

REGISTE-SE

Rodrigo Leão e o Cinema Ensemble vão realizar uma digressão nacional entre 2 De Fevereiro e 31 de Março. Os espectáculos servem de apresentação à colectânea «O Mundo (1993-2006)».

Estas são as datas:

2 de Fevereiro - Leiria, Teatro José Lúcio da Silva
3 de Fevereiro - Portalegre, Centro das Artes do Espectáculo
2 de Março - Baixa da Banheira, Fórum Cultural José Manuel Figueiredo
9 de Março - Redondo, Centro Cultural
10 de Março - Redondo, Centro Cultural
16 de Março - Lisboa, Casino
17 de Março - Lisboa, Casino
30 de Março - Palmela, Cine-Teatro São João
31 de Março - Braga, Teatro Circo

(in Diário Digital-26-01-2007)

Publicado por Killer Sentimental em 11:31 PM | Comentários (0) | TrackBack

QUEM COM FERROS MATA...

O Tribunal de Leiria acaba de constituir como arguido o cidadão francês Tixier.

Publicado por Killer Sentimental em 11:27 PM | Comentários (0) | TrackBack

janeiro 25, 2007

FELIZ ANIVERSÁRIO, SUA MAJESTADE !

Apesar das várias tristezas que me deste.

UM ABRAÇO CAMPEÃO !

Publicado por Killer Sentimental em 08:19 PM | Comentários (1) | TrackBack

janeiro 24, 2007

PROVAVELMENTE...

...o melhor jornalista do Mundo.

"...Morreu o repórter polaco Ryszard Kapuscinski-24.01.2007 - 12h19 PUBLICO.PT

O repórter e escritor polaco Ryszard Kapuscinski morreu hoje, no Hospital Banacha, em Varsóvia, aos 74 anos de idade, devido a complicações resultantes de uma operação ao coração. A notícia foi avançada pelo seu editor, Marek Zakowski.

Kapuscinski firmou o seu nome na década de 60 através de uma vasta série de reportagens em África, onde era o único correspondente da agência de notícias polaca, a PAP.

O repórter relatou os últimos dias do imperador Haile Selassie da Etiópia e os primeiros do Xá Reza Pahlavi, após a revolução iraniana de 1979.

Entre as suas obras estão ainda peças sobre a queda da União Soviética, sobre a guerra civil de Angola e sobre a política da América do Sul.

Nascido em Pinsk, na actual Bielorrússia, a 4 de Março de 1932, Ryszard Kapuscinski estudou História e trabalhou como repórter na Polónia na década de 1950, experiência que está compilada na sua obra "The Polish Bush".

Tornou-se depois, na década de 1960, correspondente estrangeiro e foi enviado para África, percorrendo todo o continente e cobrindo inúmeros conflitos.

"Não podia ir só para onde queria, mas também era a minha obrigação estar nesses sítios. Onde havia algum problema, eu tinha de estar lá", disse um dia sobre o seu trabalho em África.

"Eu queria descrever pessoas, a sua mentalidade, o seu modo particular de ver o mundo. A experiência ensinou-me que, a partir do nosso pequeno lugar — que cada um ocupa no planeta — vemos o mundo de forma diferente. Uma pessoa que vive na Europa vê tudo de modo diferente de uma pessoa que vive em África. Sem entender estas diferenças não vamos perceber nada deste mundo", disse Kapuscinski, num comentário citado no seu seu site oficial (http://www.kapuscinski.hg.pl), numa tradução da Associated Press.

Ryszard Kapuscinski cobriu também acontecimentos na Ásia e na América do Sul: foi testemunha de 27 golpes de Estado ou revoluções e foi condenado à morte por quatro vezes.

Em 1974 começou a escrever para a revista semanal "Kultura" e começou então a ganhar reputação internacional com os livros "O Imperador", sobre a queda de Haile Selassie, e "Xá dos Xás", sobre a revolução iraniana de 1979.

Escreveu também "A Guerra do Futebol", sobre um jogo de futebol que esteve na origem da guerra dos seis dias entre as Honduras e El Salvador.

O ultimo livro de Kapuscinski vai ser editado este ano e chama-se "Travels with Herodotus". O repórter tem também publicada uma vasta obra na área da poesia.

O Parlamento polaco honrou-o esta manhã com um minuto de silêncio, após o qual foi descrito, num breve discurso, como "uma testemunha do sofrimento humano e uma testemunha da esperança humana".

"Não há, entre os escritores polacos, ninguém que consiga ocupar o seu lugar", disse o seu editor, Marek Zakowski..."

Publicado por Killer Sentimental em 06:19 PM | Comentários (0) | TrackBack

janeiro 23, 2007

RECORDAR NATÁLIA

«O acto sexual é para ter filhos» - disse na Assembleia da República, no dia 3 de Abril de 1982, o então deputado do CDS João Morgado num debate sobre a legalização do aborto.

A resposta de Natália Correia, em poema - publicado depois pelo Diário de Lisboa em 5 de Abril desse ano - fez rir todas as bancadas parlamentares, sem excepção, tendo os trabalhos parlamentares sido interrompidos por isso:

Já que o coito - diz Morgado -
tem como fim cristalino,
preciso e imaculado
fazer menina ou menino;
e cada vez que o varão
sexual petisco manduca,
temos na procriação
prova de que houve truca-truca.

Sendo pai só de um rebento,
lógica é a conclusão
de que o viril instrumento
só usou - parca ração! -
uma vez.

E se a função
faz o órgão - diz o ditado -
consumada essa excepção,
ficou capado o Morgado.

( Natália Correia - 3 de Abril de 1982 )

Publicado por Killer Sentimental em 04:02 PM | Comentários (0) | TrackBack

janeiro 22, 2007

LISBOA SOB NÉVOA

Na névoa, a cidade, ébria
oscila, tomba.
Informes, as casas
perdem o lugar e o dia.

Cravadas no nada,
as paredes são menires,
pedras antigas vagas
sem princípio, sem fim.

(Fiama Hasse Pais Brandão)

Publicado por Killer Sentimental em 12:08 PM | Comentários (0) | TrackBack

janeiro 19, 2007

O FIM DO NA (edição impressa)

O que a ditadura nunca conseguiu vergar, a democracia encarregou-se de calar de vez.

Felizmente, continua a existir online em:

NOTÍCIAS DA AMADORA

Publicado por Killer Sentimental em 03:46 PM | Comentários (0) | TrackBack

AUTOMATISMOS (PLANO TECNOLÓGICO?) EM CASTELO DE VIDE

Não resisto a transcrever. Vem no DN de hoje:

"...Os cristãos que vão votar 'sim' no referendo serão alvo de excomunhão automática, a mais pesada das censuras eclesiásticas", garante o cónego Tarcísio Alves, pároco há cinco anos em Castelo de Vide (Portalegre). A excomunhão automática atinge ainda "todos os intervenientes na execução do crime, como, por exemplo, médicos e enfermeiros", sublinha, enquanto consulta página a página o Código Canónico.

"Se um católico aceitar a liberalização do aborto incorre na censura da excomunhão e não poderá ser reintegrado na comunidade cristã sem intervenção do bispo", sustenta ainda. Doutorado pela Universidade Católica de Salamanca em Direito Canónico, Tarcísio Alves tem distribuído nos últimos tempos, pelos paroquianos, um boletim informativo em que adverte os devotos para os "perigos" de votar "sim" no próximo referendo e as consequências, junto da Igreja, que poderão sobrevir. "Não fui eu que inventei estas regras, está tudo bem explícito no Cânone 1398" sublinha.

Mas o vigário judicial da diocese de Portalegre e Castelo Branco vai mais longe ao alertar os fiéis para "outros perigos" que podem surgir, se no próximo referendo o voto recair no "sim". "Se votar no 'sim' ou se se abstiver, poderá estar também a cometer um pecado mortal gravíssimo. No referendo até as irmãs vão sair dos conventos porque senão também incorrem num pecado de omissão", adverte.

Para o clérigo trata-se de "um caso grave", porque todos aqueles católicos que violarem as leis da Igreja sobre este ponto "não podem casar, baptizar-se e nem poderão ter um funeral religioso - Cânone 1331."

Tarcísio Alves garantiu ao DN que "não faz política nem fala do caso durante as missas de domingo, mas no seu boletim paroquial e através de e-mails". O cónego promete continuar a "esclarecer a população e a prova disso passa pela edição, ainda hoje, de mais um boletim que no último parágrafo apela mais uma vez ao voto no 'não'".

A comunidade católica de Castelo de Vide encara estes "avisos" de forma natural e aplaude a atitude do cónego. "Acho bem que expliquem os perigos do aborto às pessoas, principalmente a nós, os mais velhos, que nunca estudámos. O que sabemos é através daquilo que vemos na televisão", diz Piedade Godinho à entrada da igreja..."

Publicado por Killer Sentimental em 03:26 PM | Comentários (0) | TrackBack

MEA CULPA, MEA CULPA, MINHA MÁXIMA CULPA

E sem qualquer tipo de desculpa.

Para que conste, o autor deste blogue é uma pessoa séria, honesta e, modéstia à parte, carregada de consideráveis doses de bom gosto.

Assim, torna-se ainda menos desculpável, a publicação neste espaço, das mais refinadas "peças" de mau gosto; confesso que é a "obrigação" de postar qualquer coisa para que o blogue não desapareça, que me faz entrar por terrenos, que não têm nada a ver com a minha personalidade.

Peço sinceramente as maiores desculpas aos meus amigos (se calhar, têm já alguma vergonha de o ser), aos meus admiradores (felizmente, são poucos) e, muito especialmente, aos visados, inocentes ou não, pelas rasquices que aqui tenho colocado.

Prometo ser mais selectivo. Está prometido.

Publicado por Killer Sentimental em 12:14 PM | Comentários (0) | TrackBack

janeiro 17, 2007

O BES ESCLARECE

Ricardo Espírito Santo Salgado, Presidente do BES, esclarece que Carolina Salgado não pertence à família.

Com efeito, Carolina é Sal por parte do pai e gado por parte da mãe.

Publicado por Killer Sentimental em 03:47 PM | Comentários (0) | TrackBack

O COMBATE

Exactamente, o grande combate às fraude e evasão fiscais, deverá PASSAR POR AQUI.

Deverá mesmo ?

Publicado por Killer Sentimental em 03:26 PM | Comentários (0) | TrackBack

PASSO A BOLA-2007/001

"Passo a bola" para linkarem o post do meu amigo.

Grande abraço, João !

Publicado por Killer Sentimental em 02:08 PM | Comentários (0) | TrackBack

janeiro 16, 2007

NOME DANADO DE BONITO

"...Se olhasse para a constituição da sua equipa e visse o nome de Lucenilde, ficaria desconfiado? É o que tem acontecido ao mais recente reforço do Atlético de Minas Gerais. Lucenilde Pereira da Silva está farto das brincadeiras e dos problemas que o nome lhe provoca e já pediu a um advogado para o ajudar a alterar o registo.

Lucenilde quer ser conhecido como Lúcio, Lúcio Bala. «Isso é motivo de brincadeira, mas também passo por muitos constragimentos, principalmente nos aeroportos. Resolvi entrar na Justiça, procurei um advogado para mudar meu nome. A partir dos próximos um ou dois meses serei conhecido como sou no futebol e no meu registro também estará escrito Lúcio», explicou o jogador.

«O meu pai colocou os nomes todos parecidos. Era Nildo, Lucivan... O meu nome era para ser Lucenildo, só que eles erraram. Colocaram um e no final. O nome é feminino, mas eu sou muito homem», concluiu Lucenilde, soltando umas gargalhadas..."

(via site Mais Futebol)

Publicado por Killer Sentimental em 10:31 AM | Comentários (0) | TrackBack

janeiro 15, 2007

ULTRA-001/2007

Querida Maya,

Estou com um problema e preciso da sua ajuda.

Tenho dois irmãos, um é sócio do Benfica, o outro foi condenado a 25 anos de prisão por homicídio.

A minha mãe morreu de insanidade mental quando eu tinha 3 anos.

Tenho duas irmãs prostitutas e o meu pai vende estupefacientes.

Recentemente conheci uma rapariga acabada de sair de um reformatório por ter tentado afogar o seu filho ilegítimo recém-nascido.

Amo essa rapariga e quero casar com ela.

A minha questão é:

Devo falar-lhe no meu irmão que é sócio do Benfica?

Publicado por Killer Sentimental em 04:03 PM | Comentários (0) | TrackBack

janeiro 12, 2007

PENSAMENTO-01/2007

Um grande que abusa de um pequeno é um pedófilo.

Um pequeno que abusa de um grande é... ATLÉTICO.

Publicado por Killer Sentimental em 07:01 PM | Comentários (2) | TrackBack

janeiro 11, 2007

DE VOLTA COM...O relógio bufo

Na noite passada, fui convidado para um Jantar com "A MALTA DOS VELHOS TEMPOS".
Jurei à minha mulher que estaria de volta pela meia-noite. Ela não acreditou e soltei um: "Eu prometo!".
Mas as horas passaram rápido, o sangue já escasseava no meio do álcool e depressa fiquei com a focagem meio às voltas. Por volta de 3 da manhã, bêbado que nem um cacho, fui para casa. Mal entrei e fechei a porta, o cuco no hall disparou e "cantou" 3 vezes.
Rapidamente, percebendo que a minha mulher podia acordar, fiz "cu-cu" mais 9 vezes. Fiquei realmente orgulhoso de mim mesmo por ter uma ideia tão brilhante e rápida, mesmo com uma bebedeira de caixão à cova, para evitar um possível conflito com ela.
Na manhã seguinte, a minha mulher perguntou a que horas tinha chegado e disse-lhe que pela meia-noite. Não pareceu nem um pouquinho desconfiada. Ufa! Daquela já me tinha escapado! Então, disse:
- Amor! Precisamos de um cuco novo...
Quando perguntei porquê, respondeu:
- Bom, esta noite o nosso relógio fez "cu-cu" 3 vezes e depois disse alto "daassssse tou fod*do!"... Fez "cu-cu" mais 4 vezes, resmungou e arrotou, cantou "cu-cu" mais 3 vezes e peid*u-se, mandou uma grande gargalhada e cantou mais 2 vezes...Depois bateu com os cornos na porta do corredor que deixei entreaberta e mandou um "Put* que pariu". Entrou no quarto, tropeçou no gato, disse "Merd*!"...E só se deitou depois de cair duas vezes ao despir-se...

Publicado por Killer Sentimental em 10:30 AM | Comentários (2) | TrackBack