Em Altura vai ser uma beleza.
E passem por cá muito bem.
Plano Colombo: denominação dada ao actual plano do Governo em alusão ao grande navegador genovês que, quando saiu, não sabia para onde ia e, quando chegou, não sabia onde estava.
Mi Buenos Aires Querido
Mi Buenos Aires querido,
cuando yo te vuelva a ver,
no habrá más penas ni olvido.
El farolito de la calle en que nací
fue el centinela de mis promesas de amor,
bajo su inquieta lucecita yo la vi
a mi pebeta luminosa como un sol.
Hoy que la suerte quiere que te vuelva a ver,
ciudad porteña de mi único querer,
oigo la queja de un bandoneón,
dentro del pecho pide rienda el corazón.
Mi Buenos Aires, tierra florida
donde mi vida terminaré.
Bajo tu amparo no hay desengaño
vuelan los años, se olvida el dolor.
En caravana los recuerdos pasan
como una estela dulce de emoción,
quiero que sepas que al evocarte
se van las penas del corazón.
Las ventanitas de mis calles de Arrabal,
donde sonríe una muchachita en flor;
quiero de nuevo yo volver a contemplar
aquellos ojos que acarician al mirar.
En la cortada más maleva una canción,
dice su ruego de coraje y de pasión;
una promesa y un suspirar
borró una lágrima de pena aquel cantar.
Mi Buenos Aires querido....
cuando yo te vuelva a ver...
no habrá más penas ni olvido...
(Carlos Gardel)
Ainda não li ou ouvi quaisquer declarações de Francisco Moita Flores.
Pois pois, quem cala consente ?
Nós seremos a muralha de aço.
Tudo AQUI.
O compositor Stephen Stills regressa aos discos de estúdio 14 anos depois do último trabalho editado. Um dos membros do famoso conjunto Crosby, Stills & Nash edita no próximo mês de Agosto o álbum «Man Alive».
O sucessor de «Stills Alone», de 1991, apresenta um conjunto de colaborações, entre as quais dos seus eternos companheiros Neil Young e Graham Nash, assim como de Herbie Hancock.
O projecto para um novo disco estava a ser trabalhado há mais de uma década por Stephen Stills, mas, entre constantes colaborações, o músico tinha adiado constantemente a edição do seu álbum a solo.
O alinhamento de «Man Alive» é o seguinte:
«Ain`t It Always»
«Feed the People» (com Graham Nash)
«Hearts Gate»
«Round the Bend» (com Neil Young)
«I Don't Get It»
«Around Us»
«Old Man Trouble»
«Different Man» (com Neil Young)
«Piece of Me»
«Drivin` Thunder»
«Wounded World» (com Graham Nash)
«Acadienne»
«Spanish Suite» (com Herbie Hancock)
(in Diário Digital)
Esta es la canción
de los zapatos rotos, de la gente del montón,
la foto de carné
de cualquier hombre, de cualquier mujer.
La carambola
que casi salió,
la procesión
del Cristo del furgón
de cola.
Ley de los sin ley,
rueda de peones para darle jaque al rey.
El bar
de la estación
es un hogar
para mi corazón.
Y las mujeres
miran y no ven
al forastero que no tiene quien
lo espere.
Y el cielo es una plancha
de hormigón,
un animal con gafas
solo ante el televisor,
un docudrama
que termina mal,
un ángel que delira
en una cama
de hospital,
cantándole a la luna
la canción de cuna
de la noche y los tejados.
Carne de cañón,
Sancho y Don Quijote, Mortadelo y Filemón,
tienda toda a cien,
pagas dos besos...y te llevas tres.
Cuatro caminos tiene el porvenir,
si me equivoco, se equivoca mi
destino.
Y el mar es una especie
en extinción,
un barco a la deriva,
una lágrima de ron,
un docudrama
que termina mal,
un ángel que delira
en una cama
de hospital,
cantándole a la luna
la canción de cuna
de la noche y los tejados.
(Joaquin Sabina)
Sempre que ouço Marisa Monte, acredito que sim.
Uma coisa é estar claramente contra o que aconteceu em Carcavelos e não alinhar com as justificações da esquerda hipócrita. Outra coisa é estar ao lado desses “carecas de merda”. Para mim, era vê-los bem apertadinhos tipo “sardinha em lata” em cacilheiros com rombo no fundo, efectuando épicas travessias pelo Tejo. Como diria o meu bom amigo Fernando M. «...ala que é Cardoso...».
1 - Deve evitar ao máx. A utilizºde abrev., etc.
2 - É desnecessário empregar um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisistíco.
3 - Anule aliterações altamente abusivas.
4 - não esqueça as maiúsculas no início das frases.
5 - Os lugares comuns são terríveis. Evite-os como o diabo foge da cruz.
6 - O uso de parentesis (mesmo quando relevante) é desnecessário.
7 - Perceba que os estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
8 - Evite o emprego de gíria, mesmo que pareça bué da nice.
9 - Palavras de baixo calão podem transformar o seu texto numa grande merda.
10 - Nunca generalize: generalizar é um erro em todas as situações.
11 - Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.
12 - Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: «Quem cita os outros não tem ideias próprias».
13 - Frases incompletas podem causar
14 - Não seja redundante; não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes, isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez ou, por outras palavras, não repita a mesma ideia várias vezes.
15 - Seja mais ou menos especifico.
16 - Frases com apenas uma palavra? Livra!
17 - A voz passiva deve ser evitada.
18 - Utilize a pontuação correctamente o ponto e a virgula especialmente será que já ninguém sabe usar o ponto de interrogação
19 - Quem precisa de perguntas retóricas?
20 - Siga a boa recomendação da A.G.O.P. e nunca use siglas desconhecidas.
21 - Exagerar é cem milhões de vezes pior que a moderação.
22 - Evite as mesóclises. Eu evitá-las-ei!
23 - Analogias na escrita são tão uteis como chifres numa galinha.
24 - Não abuse das exclamações! Nunca! O seu texto fica horrivel!
25 - Evite frases exageradamente longas, pois estas dificultam a compreensão da ideia nelas contida e, por conterem mais do que uma ideia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam desta forma o pobre leitor a separá-las nos seus diversos componentes, de maneira a torná-las compreensiveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.
26 - Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língoa portuguêza.
27 - Seja incisivo e coerente, ou não...
28 - Não escreva no gerúndio. Você vai deixando o seu texto pobre - causando ambiguidade - e esquisito, ficando com a sensação de que as coisas ainda estão a acontecer.
29 - Outra varvaridade que você deve ebitar é usar muitas expressões que acavem por denunciar a região onde mora, carago!
Como quien viaja a lomos de una yegua sombría,
por la ciudad camino, no preguntéis adónde.
Busco acaso un encuentro que me ilumine el día,
y no hallo más que puertas que niegan lo que esconden.
Las chimeneas vierten su vómito de humo
a un cielo cada vez más lejano y más alto.
Por las paredes ocres se desparrama el zumo
de una fruta de sangre crecida en el asfalto.
Ya el campo estará verde, debe ser Primavera,
cruza por mi mirada un tren interminable,
el barrio donde habito no es ninguna pradera,
desolado paisaje de antenas y de cables.
Vivo en el númeor siete, calle Melancolía.
Quiero mudarme hace años al barrio de la alegría.
Pero siempre que lo intento ha salido ya el tranvía
y en la escalera me siento a silbar mi melodía.
Como quien viaja a bordo de un barco enloquecido,
que viene de la noche y va a ninguna parte,
así mis pies descienden la cuesta del olvido,
fatigados de tanto andar sin encontrarte.
Luego, de vuelta a casa, enciendo un cigarrillo,
ordeno mis papeles, resuelvo un crucigrama;
me enfado con las sombras que pueblan los pasillos
y me abrazo a la ausencia que dejas en mi cama.
Trepo por tu recuerdo como una enredadera
que no encuentra ventanas donde agarrarse, soy
esa absurda epidemia que sufren las aceras,
si quieres encontrarme, ya sabes dónde estoy.
Vivo en el númeor siete, calle Melancolía.
Quiero mudarme hace años al barrio de la alegría.
Pero siempre que lo intento ha salido ya el tranvía
y en la escalera me siento a silbar mi melodía.
(Joaquín Sabina)
O desaparecimento físico de Álvaro Cunhal tem dominado as notícias dos últimos dias.
O que me fica de positivo da sua vida intensa foram a resistência férrea perante o regime salazarista e a sua defesa convicta dos mais desfavorecidos. Não é pouco, não é nada pouco. Muito poucos se poderão orgulhar de uma vida tão desapegada aos valores materiais.
Mas fiquemos por aqui. O seguidismo cego ao tenebroso regime soviético e dos seus satélites assassinos constituem manchas negras que não esqueço nem tão pouco me orgulho. Nunca consegui entender a omissão dos milhares de "ich" e "ov" que tombaram aos esbirros de Estaline. Os mártires não se chamavam só Catarina ou Dias Coelho. É a minha opinião, claro, vale o que vale.
Mas na minha memória prevalecerão sempre as virtudes de resistente e de defensor dos que não tinham voz.
O "camarada dos camaradas" deixou-nos.
ATÉ SEMPRE, ÁLVARO CUNHAL !
Para mim, a faceta de grande resistente é o maior legado que Álvaro Cunhal nos deixa. O que, convenhamos, não é pouco.
E dizer que continuar a discordar especialmente da forma como queria implementar muitas das suas ideias, é também um acto de coerência.
É urgente o Amor,
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros,
e a luz impura até doer.
É urgente o amor,
É urgente permanecer.
(Eugénio de Andrade)
Onde vais?
perguntas tu
ainda meio a dormir
não sei bem
respondo eu
sem saber o que vestir
Porque sais?
ainda é cedo
e tu não sabes mentir
nem eu sei
só sei que fica tarde
e eu tenho de ir
bem, depois
de estar na rua
instalou-se uma dor
por nós dois
talvez sair
tivesse sido o melhor ...
se assim foi
porque me sinto eu
a morrer de amor?
tenho a noite a atravessar
doi-me não ir
mas não me deixas voltar
se gosto de ti se gostas de mim
se isto não chega
tens o mundo ao contrário.
(Xutos e Pontapés)
...pois os políticos portugueses são os mais católicos do mundo, visto que não assinam nada sem levar... um terço.
Hoy, la puerta de Madrid
pudo abrirse para El Cid
igual que para Rincón.
Hoy, la casta Alcurrucén
vino y fue con el vaivén
de un quite de quita y pon.
Hoy, dieciocho de mayo,
hizo de su capa un sayo
el payo de Bogotá.
Y, a lomos de Rocinante,
otro caballero andante
se embraguetó... ¿qué más da
que fallara con la espada,
si calcinó la mirada
torera de la memoria?
Lo de menos... las orejas,
dicen que dicen las viejas,
Jesús y César, qué historia.
Desde que se fue Antoñete,
desde que se fue Romero,
desde que se fue Tomás,
el nueve parece el siete
cuando le grita a un torero
no corras, ¿adónde vas?
Hoy sobraba torería.
En Las Ventas, madre mía,
la afición hizo las paces,
hoy faltaba un buen poeta
que planchara esa muleta
que tanta falta nos hace.
Hoy la tarde se demora
un segundo cada hora,
un más allá cada instante,
hoy el mundo es un pañuelo
y el corazón un buñuelo
de viento, pezuña y guante
de seda, sangre y percal,
san Isidro es un chaval
que sueña vueltas al ruedo,
su peón de confianza
se parece a Sancho Panza
cuando hace de don Tancredo.
Desde que se fue Antoñete,
desde que se fue Romero,
desde que se fue Tomás,
el nueve parece el siete
cuando le grita a un torero
no corras, ¿adónde vas?
(Joaquín Sabina)