Só pelo simples facto de não manter em funções a actual Administração, liderada pelo tenebroso Mexia, a Viacer merece ganhar a privatização da Galp Energia.
Primeiro irá o ditador, logo a seguir todos os seus incompetentes acólitos.
Força, Sr. Eng.º Manuel Ferreira De Oliveira !
É o desconto que poderemos usufruir amanhã nas compras que efectuarmos na FNAC.
Talvez nos encontremos por lá (eu estarei no Colombo à hora do almoço).
Vem no Público de hoje e aconselho vivamente a sua leitura.
Dalila Mateus, historiadora, não hesita em qualificar como genocídio o que se passou na guerra colonial.E assim se constrói a História do século XX português.
Bravo, senhora Doutora !
Aquele rosto e aquela voz sempre me encantaram.
É uma senhora e não é preciso dizer mais nada.
Feliz aniversário, Carmen Dolores !
Filha de emigrantes judeus da Hungria, desapareceu Estée Lauder.
Curiosamente, a minha primeira prenda de namoro foi o "Knowing".
«A beleza é uma atitude».
Descanse em paz, minha senhora.
Parece que já não sabemos sofrer e que o «longo jejum» de dezoito anos não serviu para nada.
Parece que ganhar de vez em quando nos fez mal.
Beto Acosta e Mário Jardel, sois vós os grandes culpados.
Estranho, muito estranho mesmo, o que para aí se diz, acerca da recente condecoração a Isabel do Carmo.
Afinal, tal como Saramago, Paulo Coelho ou Margarida Rebelo Pinto, é uma autora de "best-sellers".
OBESOS DE TODO O MUNDO, UNI-VOS !
Segundo Otelo Saraiva de Carvalho, o CDS nada sabe da história da resistência à ditadura fascista.
Estão bem um para o outro.
Otelo também nada sabe.
Eis a nossa democracia.
Dar "tempo de antena" a personalidades como, nomeadamente, Alberto João Jardim ou Bernardino Soares, constitui um exemplo para o Mundo.
Viva a "nocha democrachia", como diria o saudoso Padre Chorão, na "sua" Atalaia do Campo.
Grândola, vila morena
terra da fraternidade
o povo é quem mais ordena
dentro de ti, ó cidade
Dentro de ti, ó cidade
o povo é quem mais ordena
terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada esquina um amigo
em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
terra da fraternidade
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
em cada rosto igualdade
o povo é quem mais ordena
À sombra duma azinheira
que já não sabia a idade
jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade
(Zeca Afonso)
- Papá, como é que eu nasci?
-Muito bem, tínhamos de ter esta conversa um dia!!!...O papá e a mamã encontraram-se num "chat" chamado "sado-conversas" para pessoas de Setúbal. O papá marcou um encontro com a mamã e acabamos na casa de banho de um cybercafé. Depois, a mamã fez uns "downloads" do "memory stick" do papá, e quando eu estava pronto para o "upload" descobrimos que não havia "firewall". Como era tarde demais para fazer "cancel", fiz o "upload" na mesma e nove meses depois o estupor do vírus apareceu.
ATRÁS DOS TEMPOS
Eu pego na minha viola
e canto assim esta vida a correr
eu sei que é pouco e não consola
nem cozido à portuguesa há sequer
quem canta sempre se levanta
calados é que podemos cair
com vinho molha-se a garganta
se a lua nova está para subir
que atrás dos tempos vêm tempos
e outros tempos hão-de vir
Eu sei de histórias verdadeiras
umas belas outras tristes de assombrar
do marinheiro morto em terra
em luta por melhor vida no mar
da velha criada despedida
que enlouqueceu e se pôs a cantar
e do trapeiro da avenida
mal dormido se pôs a ouvir
que atrás dos tempos vêm tempos
e outros tempos hão-de vir
Sei de vitórias e derrotas
nesta luta que vamos vencer
se quem trabalha não se esgota
tem seu salário sempre a descer
olha o polícia olha o talher
olha o preço da vida a subir
mas quem mal faz por mal espere
o tirano fez janela p´ra fugir
que atrás dos tempos vêm tempos
e outros tempos hão-de vir
Mas esse tempo que há-de vir
não se espera como a noite espera o dia
nasce da força de braços e pernas em harmonia
já basta tanta desgraça
que a gente tem no peito a cair
não é do povo nem da raça
mas do modo como vês o porvir
(Fausto Bordalo Dias)
Quantos são, quantos são ?
São mais quinze, senhor major, são mais quinze !
SOMOS LIVRES
Ontem apenas
fomos a voz sufocada
dum povo a dizer não quero;
fomos os bobos-do-rei
mastigando desespero.
Ontem apenas
fomos o povo a chorar
na sarjeta dos que, à força,
ultrajaram e venderam
esta terra, hoje nossa.
Uma gaivota voava, voava,
assas de vento,
coração de mar.
Como ela, somos livres,
somos livres de voar.
Uma papoila crescia, crescia,
grito vermelho
num campo cualquer.
Como ela somos livres,
somos livres de crescer.
Uma criança dizia, dizia
"quando for grande
não vou combater".
Como ela, somos livres,
somos livres de dizer.
Somos um povo que cerra fileiras,
parte à conquista
do pão e da paz.
Somos livres, somos livres,
não voltaremos atrás.
(Letra e música: Ermelinda Duarte)
Dura, dura, como uma "facada" num dos (poucos) orgulhos lusos.
E reza:
"...O extremo Sérgio Ramos vai desfalcar o Caprabo Lleida nos próximos seis meses, devido a uma rotura do ligamento cruzado anterior no joelho. O basquetebolista português realizou esta segunda-feira uma astroscopia à rótula esquerda, cujo veredicto ditou um longo processo de recuperação. O seu regresso às competições está previsto apenas a seis de Novembro.
Sérgio Ramos vai efectuar tratamento em Lleida durante os dois ou três primeiros meses, seguindo posteriormente para Portugal, onde prosseguirá a sua recuperação...".
FORÇA, SÉRGIO !
Queixa das almas jovens censuradas
Dão-nos um lírio e um canivete
e uma alma para ir à escola
mais um letreiro que promete
raízes, hastes e corola
Dão-nos um mapa imaginário
que tem a forma de uma cidade
mais um relógio e um calendário
onde não vem a nossa idade
Dão-nos a honra de manequim
para dar corda à nossa ausência.
Dão-nos um prémio de ser assim
sem pecado e sem inocência
Dão-nos um barco e um chapéu
para tirarmos o retrato
Dão-nos bilhetes para o céu
levado à cena num teatro
Penteiam-nos os crâneos ermos
com as cabeleiras das avós
para jamais nos parecermos
connosco quando estamos sós
Dão-nos um bolo que é a história
da nossa historia sem enredo
e não nos soa na memória
outra palavra que o medo
Temos fantasmas tão educados
que adormecemos no seu ombro
somos vazios despovoados
de personagens de assombro
Dão-nos a capa do evangelho
e um pacote de tabaco
dão-nos um pente e um espelho
pra pentearmos um macaco
Dão-nos um cravo preso à cabeça
e uma cabeça presa à cintura
para que o corpo não pareça
a forma da alma que o procura
Dão-nos um esquife feito de ferro
com embutidos de diamante
para organizar já o enterro
do nosso corpo mais adiante
Dão-nos um nome e um jornal
um avião e um violino
mas não nos dão o animal
que espeta os cornos no destino
Dão-nos marujos de papelão
com carimbo no passaporte
por isso a nossa dimensão
não é a vida, nem é a morte.
(Música: José Mário Branco e letra: Natália Correia)
Trinta anos depois querem tirar o r
se puderem vai a cedilha e vai o til
trinta anos depois alguém que berre
r de revolução r de Abril
r de porra r vezes dois
r de renascer trinta anos depois.
Trinta anos depois ainda nos resta
da liberdade o l mas qualquer dia
democracia fica sem o d.
Alguém que faça um f para a festa
alguém que venha perguntar porquê
e traga um grande p de poesia.
Trinta anos depois a vida é tua
agarra as letras todas e com elas
escreve a palavra amor (onde somos sempre dois)
escreve a palvra amor em cada rua
e então verás de novo as caravelas
a passar por aqui: trinta anos depois.
(Manuel Alegre-Le Monde diplomatique-Abril 2004)
São sempre subjectivas estas escolhas mas, em minha opinião, o melhor futebolista do planeta é, actualmente, um francês.
Joga no Arsenal e chama-se Thierry Henry.
Acreditem, é "a alegria do povo" !
Aqui vem as três rosinhas
quatro ou cinco ou seis
se o senhor nos dá licensa
vimos lhe cantar os reis
Os três reis do oriente
já chegaram a Belém
visitar o Deus Menino
que Nossa Senhora tem
O menino está no berço
coberto c'o cobertor
eos anjinhos estão cantando
louvado sej'o Senhor
O Senhor por ser Senhor
nasceu nos tristes palheiros
deixou cravos deixou rosas
deixou lindos travesseiros
também deixou a abelhinha
abelhinha com o seu mel
para fazer um docinho
ao divino Emanuel
Você diz que tem bom vinho
có có có
venha-nos dar de beber
rintintin
florin-tintin
traililairo
(Letra e música: popular: Trás-os-Montes - Donões, Montalegre)
A faceta de patrão é a menos conhecida do recém-desaparecido Francisco Lyon de Castro, o antifascista que publicou Jorge Amado nos tempos da ditadura e José Hermano Saraiva após o 25 de Abril.
Quando um trabalhador abandonava as Publicações Europa-América em busca de melhores condições lá vinha o aviso "...muito bem, querem ganhar mais, mas não se esqueçam que aqui nunca houve salários em atraso...". E acertou o Chico; a minha mulher, por exemplo, chegou em três anos ao triplo do vencimento e a empresa faliu.
Quando a "malta" se queixava do reduzido subsídio de refeição, logo ouvia um "...chega bem para um copo de leite e uma banana, fiquem sabendo que uma banana alimenta mais e melhor que um bife...".
Descansa em paz, Chico !
...de pausa. Ainda embriagado pela arrebatadora paisagem transmontana e a gozar os últimos dias de férias com as minhas meninas, só deverei aqui regressar a 19.
Até lá.
Mirandela espera-me. Por três dias.
Aos quarenta anos, vou pela primeira vez a Trás-os-Montes.
Boa Páscoa para todos !
Por hora e meia em Lyon.
Meias finais CARAGO !
Havia na terra
Um homem que tinha
Uma gaita bem de pasmar
Se alguém a ouvia
Fosse gente ou bicho
Entrava na roda a dançar
Um dia passava
Um sujeito e ao lado
Um burro com louça a trotar
O dono e o burro
Ouvindo a tocata
Puseram-se logo a bailar
Partiu-se a faiança
Em cacos c'o a dança
E o pobre pedia a gritar
Ao homem da gaita
Que acabasse a fita
Mas nada ficou por quebrar
O Juiz de fora
Chamado na hora
"Só tenho que te condenar
Mas quero uma prova
Se é crime ou se é trova
Faz lá essa gaita tocar"
O homem da louça
Sentado na sala
Levanta-se e põe-se a saltar
Enquanto a rabeca
Não se incomodava
A sua cadeira era o par
Pulava o jurista
De quico na crista
Ninguém se atrevia a parar
E a mãe entrevada
Que estava deitada
Levanta-se e põe-se a bailar
Vá de folia vá de folia
Que há sete anos me não mexia
(Zeca Afonso)
A Francisco Louçã e a Fernando Rosas.
Dentro de dois anos o PS, com maioria relativa, fará Governo com o Bloco.
E a influência da dupla Louçã/Rosas "fará mossa".
Tal como nos dias que correm Bagão e Portas.
Elevada, muito elevada qualidade: Bota Acima.
Livra, compañero, que estás em grande !
Metade do espaço concedido a Saramago mais metade do espaço concedido aos presumíveis inocentes do " Casa Pia" e teríamos o tempo ideal para discutir ampla e honestamente os fundamentos do, até à data, maior roubo legalmente autorizado, do século XXi em Portugal:o IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis ), essa obra-prima da "arquitectura fiscal" que veio substituir a Contribuição Autárquica.
É fartar, vilanagem !
NÃO PAGAMOS, NÃO PAGAMOS, NÃO PAGAMOS !
Logo a seguir ao 25 de Abril, enorme fila no hospital em Bissau.
-Ei, cumpádê, é páigêcê ?
-Não não, cumpádê, é páijéção !
Faço votos para que o PAIGC, de uma vez por todas, proporcione ao povo da Guiné, as condições de vida que bem merece.
...chama-se rinite alérgica. Dois meses depois, ataca de novo. Quantas vezes mais preciso dizer que não gosto dela ? Persistente, hein ?
Sémen, Sémen, Sémen
Semente dum corpo que cai
Do corpo da gente
Velha disputa do sexo
Nunca é quem se espera
Terá isso nexo;
Será menino ou menina
Ao pai pouco importa
É mais um anexo
Bem ninguém vê
O que tem
Só vê o que não tem.
(Xutos e Pontapés)
Ricardo,
Fica descansado que o grande frango não foi o de ontem em Braga.
Foi o de hoje, com o meu amigo Vicktor, no Colombo.
Senhor Frango da Guia.
FORÇA RICARDO !
A dois grandes amigos: o Vicktor e o João. Um pelo blog, outro pelo amor.
Também hoje se completa uma década, para mim, uma década de Empresa.
Mais tristezas que alegrias, confesso com a maior sinceridade.
Mas valeu a pena.
Quanto mais não seja por vos ter conhecido e gostar tanto do vosso exemplo, da vossa forma de encarar as relações humanas. Com sinceridade, crítica construtiva, solidariedade e tanto, tanto afecto.
Um grande abraço para ambos e para mais alguns bravos do pelotão.
As empresas, os grandes gurus do Beato esquecem-no, são feitas por pessoas.
...em Dezembro, mas em Abril pode ser. É quando um Homem quiser.
Correcto e afirmativo. Confirmei hoje.
Foi bom voltar a estar contigo.