Eu não diria melhor, ninguém por certo o faria.
Fabulosa, repito, FABULOSA, análise do João sobre a CGTP.
Um grande abraço, compañero.
Se a solução passar por terras do Tio Sam, o tenebroso o betuminoso continuarão. Ao invés, com Angola e o Brasil à frente dos destinos, "...adeus, dupla exterminadora, até nunca mais...".
Vinde irmãos em socorro do ex-colonizador !
É por demais evidente a grande depressão que assola o País. Contudo, os últimos dias vieram demonstrar que continuamos nobres, nobre povo, na forma como demonstramos a nossa solidariedade e o nosso profundo pesar perante a morte do jovem húngaro Miklos Féhér. Comprei há dias um CD que só hoje ouvi com alguma atenção. Chama-se "Intimidades" e foi gravado no Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal. A voz não será nem poderia ser a de outrora, mas da sua audição emerge uma sensibilidade, uma energia e um respeito pelos nossos Poetas que, estou certo, não deixará ninguém indiferente.
Este disco deu-me força, este disco dá-nos forças.
Esforço, dedicação, devoção e glória, EIS SIMONE DE OLIVEIRA !
Um tipo que se enoja perante a maior manifestação de pesar dos portugueses desde Timor, é ele próprio UM NOJO !
Talvez não se recorde mas foram grande parte desses cidadãos que o elegeram.
Sim, ELEGERAM O NOJO. Por mim, DESLINKO-O.
JÁ !
Não salpique mais a blogosfera com as suas masturbações, ainda que dolorosas.
Elas próprias, as suas masturbações, NOJENTAS.
Perante um tipo sem qualquer espécie de escrupulos, a melhor resposta é o silêncio.
Agora quando se fala em «...baixar as calças..." entra-se logo no domínio da pessoa a quem se pretende atingir.
Um Presidente tipo "arrumador de automóveis" é a pior resposta a um Presidente mafioso.
Por isso, CALE-SE DR. DIAS DA CUNHA !
Como sempre, é quem se lixa.
Então num ano de tamanha crise, as maiores empresas do País obtiverem os melhores resultados de sempre, ainda que descontando os habituais ajustes contabilísticos, perante o silêncio cúmplice dos Auditores?
Já estou como o meu amigo Camolas:
QUE MERDA É ESTA ?
Estimada Doutora,
Parece que foi ontem e já lá vão onze anos, lembra-se ?
Lembra-se da pessoa que me deu apoio integral no que concerne à transparência, à clareza e à honestidade, que devem estar sempre presentes, naquele caso concreto do IVA ?
Lembra-se da pessoa que me felicitou após a minha declaração perante o Senhor Doutor Juiz ?
Lembra-se da pessoa que me aconselhou a não me envergonhar de defender a Lei mesmo que com isso perdesse alguns (falsos) amigos ?
Já não a conheço, Dra. Celeste Cardona.
Creia que o lamento.
Um comprimido Aerius é, regra geral, magia para a inimiga rinite alérgica que, volta e meia, me ataca. Com efeito, no domingo à noite, o nariz já pouco pingava e os olhos já pouco lacrimejavam. Num ápice, tudo voltava ao mesmo.
Qual rinite, qual clubismo, qual mania persistente de gostar de ver o Benfica perder sempre. A perda de Miklos Féher atingiu-me em cheio. A onda de solidariedade temos visto nas últimas horas emocina-me.
Não conhecia o Miklos ? NÃO !
Não gostava que ele marcasse golos ? NÃO !
Mas, a partir de agora, um jogo de futebol nunca mais será o mesmo.
Vou ter saudades do Miklos e dos golos do Miklos.
Não mais esquecerei aquele sorriso traquina, o último sorriso do Miklos.
Se Deus existe, quem sou eu para o desmentir, faço votos para que o Miklos seja sempre o ponta-de-lança titular.
(Nota: exceptuando algum trabalho urgente e uma ou outra urgência familiar, não consigo pensar em mais nada.)
Espectáculo
Quando
tu me vires no futebol
estarei no campo
cabeça ao sol
a avançar pé ante pé
para uma bola que está
à espera dum pontapé
à espera dum penalty
que eu vou transformar para ti
eu vou
atirar para ganhar
vou rematar
e o golo que eu fizer
ficará sempre na rede
a libertar-nos da sede
não me olhes só da bancada lateral
desce-me essa escada e vem deitar-te na grama
vem falar comigo como gente que se ama
e até não se poder mais
vamos jogar
Quando
tu me vires no music-hall
estarei no palco
cabeça do sol
ao sol da noite das luzes
à espera dum outro sol
e que os teus olhos os uses
como quem usa um farol
não me olhes só dessa frisa lateral
desce pela cortina e acompanha-me em cena
vamos dar à perna como gente que se ama
e até não se poder mais
vamos bailar
Quando
tu me vires na televisão
estarei no écran
pés assentes no chão
a fazer publicidade
mas desta vez da verdade
mas desta vez da alegria
de duas mãos agarradas
mão a mão no dia a dia
não me olhes só desse maple estofado
desce pela antena e vem comigo ao programa
vem falar à gente como gente que se ama
e até não se poder mais
vamos cantar
E quando
à minha casa fores dar
vem devagar
e apaga-me a luz
que a luz desta outra ribalta
às vezes não me seduz
às vezes não me faz falta
às vezes não me seduz
às vezes não me faz falta.
(Sérgio Godinho)
Preferia ter sido goleado no Restelo.
Se em todas situações, devemos retirar alguma faceta positivo, só consigo vislumbrar um facto sobre o qual, até ontem, tinha muitas dúvidas mas que, desta forma tão trágica, foram finalmente dissipadas:
Eu não sou um fanático !
DESCANSA EM PAZ, MIKLOS FÉHÉR !
Este blog retomará o andamento normal quando o seu autor vencer a luta contra a forte rinite que o atacou. Nariz sempre a pingar, olhos sempre em lágrimas.
CHIÇA!
Até ao meu regresso.
As mães também se enganam, especialmente a ultima...
Deixa de jogar bola todo o dia e vai estudar, para teres um futuro. - Mãe de Ronaldo
Porque é que dizes sempre que o leite está com mau gosto? - Mãe de Pasteur
Pára de gritar o dia todo. - Mãe de Luciano Pavarotti .
Deixa de brincar com estas maquinetas ou nunca deixarás de ser pobre. - Mãe de Bill Gates
É a última vez que rabiscas o tecto do banheiro. - Mãe de Miguel Ângelo
Como é que três quartos de hora são relativos? Se chegas tarde à escola, vais ter falta.
- Mãe de Einstein.
Pára de batucar na mesa. Já estou cansada desses ruídos. - Mãe de Samuel Morse
Fica quieto de uma vez! Daqui a pouco, vais querer dançar nas paredes.- Mãe de Fred Astaire
Quantas vezes tenho que te dizer para não andares com esses negrinhos?- Mãe de Abraham Lincoln
Nada de igualdades. Eu sou tua mãe e tu és meu filho. - Mãe de Karl Marx
Estou a falar contigo. Não me respondas com gestos. Os gatos comeram-te a língua?
- Mãe de Charles Chaplin
Larga os soldadinhos de chumbo de lado e vai estudar francês. -Mãe de Napoleão Bonaparte
E tu pensas que trabalhando como operário vais chegar a algum lugar? - Mãe de Lula da Silva
Pára de mentir ou nunca serás ninguém na vida - Mãe de Durão Barroso.
Tudo o que eu te dou
Eu não sei, que mais posso ser
um dia rei, outro dia sem comer
por vezes forte, coragem de leão
as vezes fraco assim i o coração
eu não sei, que mais te posso dar
um dia jóias noutro dia o luar
gritos de dor, gritos de prazer
que um homem também chora
quando assim tem de ser
Foram tantas as noites
sem dormir
tantos quartos de hotel
amar i partir
promessas perdidas
escritas no ar
e logo ali eu sei...
Tudo o que eu te dou
tu de das a mim
tudo o que eu sonhei
tu serás assim
tudo o que eu te dou
tu me das a mim
tudo o que eu te dou
Sentado na poltrona, beijas-me a pele morena
fazes aqueles truques que, aprendes-te no cinema
+, pego-te eu, já me sinto a viajar
para, recomeça, faz-me acreditar
Não dizes tu, e o teu olhar mentiu
enrolados pelo chão no abraço que se viu
i madrugada ou i alucinação
estrelas de mil cores extasy ou paixão
hum, esse odor, traz tanta saudade
mata-me de amor ou da-me liberdade
deixa-me voar, cantar, adormecer
refrão
Aos habitantes de Varziela que se quotizaram para arranjar o dinheiro necessário para a trasladação do corpo do infortunado Pedro, ucraniano que consideravam "...um homem de Varziela...".
Nobre Povo !
Promete muito este trimestre: vem aí os trabalhos ao vivo de Bob Dylan (1964) e de Lou Reed (os maiores êxito), além da reedição de cinco álbuns de George Harrison, o meu Beatle preferido.
CURTAM-NOS !
No último fim de semana de 2003, comprei doze pacotes de leite Terra Nostra a um preço unitário de 0,5 €. Hoje, vi "com estes que a terra irá comer" o mesmo leite a 0, 67 a unidade, ou seja, UM AUMENTO DE 34% !!! Não comprei.
Os dois acontecimentos passaram-se no mesmo local: o Modelo do Lourel.
Vemos, ouvimos e lemos:
NÃO PODEMOS IGNORAR !
Tourada
Não importa sol ou sombra
camarotes ou barreiras
toureamos ombro a ombro
as feras.
Ninguém nos leva ao engano
toureamos mano a mano
só nos podem causar dano
espera.
Entram guizos chocas e capotes
e mantilhas pretas
entram espadas chifres e derrotes
e alguns poetas
entram bravos cravos e dichotes
porque tudo o mais
são tretas.
Entram vacas depois dos forcados
que não pegam nada.
Soam brados e olés dos nabos
que não pagam nada
e só ficam os peões de brega
cuja profissão
não pega.
Com bandarilhas de esperança
afugentamos a fera
estamos na praça
da Primavera.
Nós vamos pegar o mundo
pelos cornos da desgraça
e fazermos da tristeza
graça.
Entram velhas doidas e turistas
entram excursões
entram benefícios e cronistas
entram aldrabões
entram marialvas e coristas
entram galifões
de crista.
Entram cavaleiros à garupa
do seu heroísmo
entra aquela música maluca
do passodoblismo
entra a aficionada e a caduca
mais o snobismo
e cismo...
Entram empresários moralistas
entram frustrações
entram antiquários e fadistas
e contradições
e entra muito dólar muita gente
que dá lucro as milhões.
E diz o inteligente
que acabaram as canções.
(Música: Fernando Tordo e letra: Ary dos Santos)
Querida,
Parece que foi ontem e já lá vão doze anos. A Covilhã, como é hábito, estava gelada. A Residencial Santa Eufémia, lembro-me bem.
Dissemos "...sim, vamos namorar...".
Por isso é que o dia 18 de Janeiro é o "nosso" dia de S.Valentino.
AMO-TE MUITO !
L'amour
L'amour, hum hum, pas pour moi,
Tous ces "toujours",
C'est pas net, ça joue des tours,
Ca s'approche sans se montrer,
Comme un traître de velours,
Ca me blesse, ou me lasse, selon les jours
L'amour, hum hum, ça ne vaut rien,
Ça m'inquiète de tout,
Et ça se déguise en doux,
Quand ça gronde, quand ça me mord,
Alors oui, c'est pire que tout,
Car j'en veux, hum hum, plus encore,
Pourquoi faire ce tas de plaisirs, de frissons, de caresses, de pauvres promesses ?
A quoi bon se laisser reprendre
Le coeur en chamade,
Ne rien y comprendre,
C'est une embuscade,
L'amour ça ne va pas,
C'est pas du Saint Laurent,
Ca ne tombe pas parfaitement,
Si je ne trouve pas mon style ce n'est pas faute d'essayer,
Et l'amour j'laisse tomber !
A quoi bon ce tas de plaisirs, de frissons, de caresses, de pauvres promesses ?
Pourquoi faire se laisser reprendre,
Le coeur en chamade,
Ne rien y comprendre,
C'est une embuscade,
L'amour, hum hum, j'en veux pas
J'préfère de temps de temps
Je préfère le goût du vent
Le goût étrange et doux de la peau de mes amants,
Mais l'amour, hum hum, pas vraiment !
(Carla Bruni)
Es-cla-le-ce-lei.
Seu Tinga, cê não é a cara do ESporting, entendeu?
É apenas um cara do ESporting, né ?
Um abração pra voçê, bicho !
E félícidades no meu time, viu ?
As inúmeras aplicações de um vocábulo. O uso do vocábulo merda é uma questão de educação. Ninguém pode negar que o utilizamos para múltiplas
circunstâncias,relacionadas com muitíssimas coisas .Por exemplo:
Orientação geográfica: - Vai à merda!
Adjectivo qualificativo: - Tu és uma merda!
Momento de cepticismo: - Não acredito nesta merda!!!
Desejo de vingança: - Vou fazê-lo em merda!!!
Acidente: - Já fizeste merda!
Efeito visual: - Não se vê merda nenhuma!!!
Sensação olfactiva: - Cheira a merda...
Dúvida na despedida: - Por que não vais à merda
Especulação de conhecimento: - Que merda será isto?
Momento de surpresa: - Merda!!!
Atitude de ressentimento: - Não me deu nem uma merda de
presente!
Sensação degustativa: - Isto sabe a merda!
Acto de impotência: - Esta merda não fica dura!!!
Desejo de ânimo: - Rápido com essa merda!!!
Situação de desordem: - Isto está uma merda!!!
Rejeição, despeito:- O que é que esse merda pensa?
Situação alquimista: - Tudo o que ele toca, vira merda!
Para descobrir o paradeiro de qualquer coisa: - Não sei
onde foi parar aquela merda...
Interjeição comum: - Que merda!!!
Crise das 17h30: - Vou-me embora desta merda!!!
"A portuguesa" de Isabel Silvestre.
E o orgulho de ser português.
É a pronúncia do Norte, carago !
Não contava com isto.
E lamento.
Na minha opinião, os blogs mais completos do momento são o Fumaças e o Oficina das Ideias; acresce o facto de serem mantidos por dois amigos, o que muito me apraz registar. Há sempre, conforme as preferências, razões de sobra para os visitar.
Contudo, outros dois são motivo de várias visitas diárias e de recolha constante de ideias e opiniões que muito preze e com as quais, a maior parte das vezes, concordo: o meu amigo Bota Acima e o desconhecido Tadechuva.
FORÇA, COMPANHEIROS !
Menos uma coisa, diria o meu avô Chorão (era assim o seu apelido). Em 1976, data do seu passamento, ainda não tinha sido inventado o Viagra.
Bem vindos todos ao salão de festas
faz bem andar metido nestas andanças
se agora danças
logo pensas
e mais
fazes diferentes
dias que eram iguais
ora puxa o corpo pra cá
quero o eco aqui que é de lá
faz por mexer, mexe
e faz com que (oxalá!)
amanhã seja o que não há
Que bem se canta na Sé
mas é só para quem é
um sentado, outro em pé
mas aqui quem canta
é quem quiser (olha quem!)
isto enquanto é um canto
está sentado o desdém
(REFRÃO)
Bem vindos todos ao salão de festas
desbravaremos de florestas
e mares
se vais pelos ares
logo pousas e penso
melhor irás entre o furor e o bom senso
ora puxa o corpo pr'aqui
quero o eco cá que é daí
faz por fazer
o que hoje queres para ti
e que amanhã seja o que não vi
(REFRÃO)
Quem dera que a energia que trouxe pudesse
habitar um só dia que fosse
o calor da tua hospedaria
(Sérgio Godinho)
A ONU resolveu fazer uma grande pesquisa mundial. A pergunta era: " Por favor, diga honestamente, qual a sua opinião sobre a escassez de alimentos no resto do mundo".
O resultado foi desastroso. Foi um fracasso.
Os europeus do norte não entenderam o que é "escassez", os africanos não sabiam o que era "alimentos", os espanhóis não sabiam o significado de "por favor", os norte-americanos perguntaram o significado de "o resto do mundo" e os cubanos estranharam e pediram maiores explicações sobre "opinião".
... O parlamento português ainda está a debater o que significa "diga honestamente".
Sou como uma velha meretriz, confessou Alberto João. Atrás, vislumbrou-se um sorriso malicioso do ministro Bagão, qual frade das Caldas sem cordel. Estivesse presente o Senhor Dom Duarte e eis a Santíssima Trindade: clero, nobreza e povo.
Estivesse apenas o "grande" Paulo Alexandre com Alberto João e seria o quadro mais perfeito do País:
PU..S E VINHO VERDE !
Dedicado à princesa:
L'amitié
Ça fleurit comme une herbe sauvage
N'importe où, en prison, à l'école,
Tu la prends comme on prend la rougeole
Tu la prends comme on prend un virage
C'est plus fort que les liens de famille
Et c'est moins compliqué que l'amour
Et c'est là quand t'es rond comme une bille
Et c'est là quand tu cries au secours
C'est le seul carburant qu'on connaisse
Qui augmente à mesure qu'on l'emploie
Le vieillard y retrouve sa jeunesse
Et les jeunes en ont fait une loi.
C'est la banque de toutes les tendresses
C'est une arme pour tous les combats
Ça réchauffe et ça donne du courage
Et ça n'a qu'un slogan "on partage"
Au clair de l'amitié
Le ciel est plus beau
Viens boire à l'amitié
Mon ami Pierrot
L'amitié c'est un autre langage
Un regard et tu as tout compris
Et c'est comme S.O.S. dépannage
Tu peux téléphoner jour et nuit
L'amitié c'est le faux témoignage
Qui te sauve dans un tribunal
C'est le gars qui te tourne les pages
Quand t'es seul dans un lit d'hôpital
C'est la banque de toutes les tendresses
C'est une arme pour tous les combats
Ça réchauffe et ça donne du courage
Et ça n'a qu'un slogan : "on partage"
Au clair de l'amitié
Le ciel est plus beau
Viens boire à l'amitié
Mon ami Pierrot
(Herbert Pagani)
"Liege & Lief" dos Fairport Convention.
Fabulosa Sandy Denny!
Está marcada para o próximo fim de semana numa tasca em Benfica.
Depois das derrotas futebolísticas nas variantes de onze e futsal, chegou a hora da desforra na mãe de todas as modalidades.
OS MATRAQUILHOS.
As recentes declarações de Alberto João Jardim impedirão futuras investigações na Madeira?
Ou o governante tem a certeza que nunca virá a ser apanhado ?
Apesar de tantas e tantas interrogações.
Tantas e tantas ?
Tantos e tantos!
Carnavais.
Chalana e Carlos Manuel ?
Já calculava.
Mas, não haverá mais ex ou actuais futebolistas no PS ?
O CD "Morangos com açúcar" quase monopoliza o aparelho da sala e do carro. A ditadura não dá espaço para mais intervenções. No trabalho ou no home PC, duas meninas andam em constante conflito guerreiam-se para serem ouvidas: Carla Bruni e Maria Rita.
Bem bem, meninas, eu não quero ser ditador.
Mas se a isso me obrigarem, entra "O irmão do meio" do Sérgio Godinho e as meninas passam à clandestinidade.
As detenções de hoje não servirão de inspiração para o tão ansiado regresso de Filipe Castanheira e Jaime Ramos ?
Esperamos.
E desesperamos.
À SIC Notícias pelo seu terceiro aniversário.
Vale a pena investir na qualidade.
Será porventura a única razão que não me faz desistir da TV Cabo.
Estou muito cansado. Fartei-me de trabalhar. Além disso, ontem estive acordado até tarde a ver "Frances" numa arrebatadora interpretação de Jessica Lange.
Grande fita.
Digo eu, não sei.
Quelqu'un m'a dit
On me dit que nos vies ne valent pas grand chose,
Elles passent en un instant comme fanent les roses.
On me dit que le temps qui glisse est un salaud
Que de nos chagrins il s'en fait des manteaux
Pourtant quelqu'un m'a dit...
{Refrain:}
Que tu m'aimais encore,
C'est quelqu'un qui m'a dit que tu m'aimais encore.
Serais ce possible alors ?
On me dit que le destin se moque bien de nous
Qu'il ne nous donne rien et qu'il nous promet tout
Parait qu'le bonheur est à portée de main,
Alors on tend la main et on se retrouve fou
Pourtant quelqu'un m'a dit ...
{au refrain}
Mais qui est ce qui m'a dit que toujours tu m'aimais?
Je ne me souviens plus c'était tard dans la nuit,
J'entend encore la voix, mais je ne vois plus les traits
"Il vous aime, c'est secret, lui dites pas que j'vous l'ai dit"
Tu vois quelqu'un m'a dit...
Que tu m'aimais encore, me l'a t'on vraiment dit...
Que tu m'aimais encore, serais ce possible alors ?
On me dit que nos vies ne valent pas grand chose,
Elles passent en un instant comme fanent les roses
On me dit que le temps qui glisse est un salaud
Que de nos tristesses il s'en fait des manteaux,
Pourtant quelqu'un m'a dit que...
{au refrain}
(Carla Bruni)
«...a ignorância e o obscurantismo não fizeram mais do que produzir rebanhos de escravos para a tirania...» - Emiliano Zapata
Não se trata de um favor a um amigo, mas apenas de uma acto da maior justiça reconhecer o blog do João como o melhor que conheço.
E não é que o meu amigo me faz reviver aquele Verão de 82 em Vilar de Mouros e coloca o fabuloso "La folie" ?
Vá lá, "desamparem-me a loja", leiam e se puderem oiçam, o tema por que todos ansiavam naquele concerto mágico e os Stranglers não tocaram.
Terminou o concerto e a aparelhagem do recinto começou a tocar.
O quê ?
O "La folie".
Espectáculo
Quando
tu me vires no futebol
estarei no campo
cabeça ao sol
a avançar pé ante pé
para uma bola que está
à espera dum pontapé
à espera dum penalty
que eu vou transformar para ti
eu vou
atirar para ganhar
vou rematar
e o golo que eu fizer
ficará sempre na rede
a libertar-nos da sede
não me olhes só da bancada lateral
desce-me essa escada e vem deitar-te na grama
vem falar comigo como gente que se ama
e até não se poder mais
vamos jogar
Quando
tu me vires no music-hall
estarei no palco
cabeça do sol
ao sol da noite das luzes
à espera dum outro sol
e que os teus olhos os uses
como quem usa um farol
não me olhes só dessa frisa lateral
desce pela cortina e acompanha-me em cena
vamos dar à perna como gente que se ama
e até não se poder mais
vamos bailar
Quando
tu me vires na televisão
estarei no écran
pés assentes no chão
a fazer publicidade
mas desta vez da verdade
mas desta vez da alegria
de duas mãos agarradas
mão a mão no dia a dia
não me olhes só desse maple estofado
desce pela antena e vem comigo ao programa
vem falar à gente como gente que se ama
e até não se poder mais
vamos cantar
E quando
à minha casa fores dar
vem devagar
e apaga-me a luz
que a luz desta outra ribalta
às vezes não me seduz
às vezes não me faz falta
às vezes não me seduz
às vezes não me faz falta.
(Letra e música de Sérgio Godinho)
E ainda bem.
A blogosfera ficou de novo mais rica.
Bem vindo, amigo.
Daqui a umas horas, escapo-me eu.
A águas (???) para Pontével-Cartaxo. Verei por lá o desafio.
Só para recordar que as vítimas do processo são as crianças.
Tudo o que se disser, para além disto, serão meras manobras de diversão.
Apesar do Euro 2004, do Código do Trabalho e do Rock in Lisbon, este vai ser o assunto que envolverá multidões.
Grande post do Zecatelhado, aquele abraço, sobre o tema.
Novo ano e, de imediato, um enigma por decifrar.
Prefiro aguardar por Miss Marple.
Ou, eventualmente, por Hercule Poirot.
O BARCO VAI DE SAÍDA
O barco vai de saída
Adeus ao cais de Alfama
Se agora ou de partida
Levo-te comigo ó cana verde
Lembra-te de mim ó meu amor
Lembra-te de mim nesta aventura
P'ra lá da loucura
P'ra lá do Equador
Ah mas que ingrata ventura
Bem me posso queixar
da Pátria a pouca fartura
Cheia de mágoas ai quebra-mar
Com tantos perigos ai minha vida
Com tantos medos e sobressaltos
Que eu já vou aos saltos
Que eu vou de fugida
Sem contar essa história escondida
Por servir de criado essa senhora
Serviu-se ela também tão sedutora
Foi pecado
Foi pecado
E foi pecado sim senhor
Que vida boa era a de Lisboa
Gingão de roda batida
corsário sem cruzado
ao som do baile mandado
em terra de pimenta e maravilha
com sonhos de prata e fantasia
com sonhos da cor do arco-íris
desvaira se os vires
desvairas magias
Já tenho a vela enfunada
marrano sem vergonha
judeu sem coisa nem fronha
vou de viagem ai que largada
só vejo cores ai que alegria
só vejo piratas e tesouros
são pratas, são ouros,
são noites, são dias
Vou no espantoso trono das águas
vou no tremendo assopro dos ventos
vou por cima dos meus pensamentos
arrepia
arrepia
e arrepia sim senhor
que vida boa era a de Lisboa
O mar das águas ardendo
o delírio do céu
a fúria do barlavento
arreia a vela e vai marujo ao leme
vira o barco e cai marujo ao mar
vira o barco na curva da morte
e olha a minha sorte
e olha o meu azar
e depois do barco virado
grandes urros e gritos
na salvação dos aflitos
estala, mata, agarra, ai quem me ajuda
reza, implora, escapa, ai que pagode
rezam tremem heróis e eunucos
são mouros são turcos
são mouros acode!
Aquilo é uma tempestade medonha
aquilo vai p'ra lá do que é eterno
aquilo era o retrato do inferno
vai ao fundo
vai ao fundo
e vai ao fundo sim senhor
que vida boa era a de Lisboa
(Fausto)