Ontem não podia escrever. Se este blogue tivesse som, só se ouviria arte do Mestre.
Nunca alinhei com o Portugal personificado em Amália e Eusébio. apesar de lhes reconhecer um talento fora do comum.
Mestre Carlos Paredes, esse não, está colocado bem no topo. Portugal é Paredes, o som da sua guitarra é Portugal.
Como, noutra área, o suor de Agostinho em cima da bicicleta.
Eu sou do Portugal de Paredes e Agostinho.
Por eles é que não podia ser outra coisa senão PORTUGUÊS.
Publicado por Killer Sentimental em julho 24, 2004 01:54 AM