Vários amigos forneceram, como só os amigos o sabem fazer, o pavio. Outros, igualmente amigos, deram-me os fósforos. Tu, cuidadosamente, riscaste o fósforo na lixa. E acendeste-o. O lume, forte e geometricamente arrebatador, começou a percorrer o pavio. Lentamente, como que agozar o supremo prazer de praticar o bem, avista o engenho. Este, na presença do fogo mais belo que até então tinha visto, cumpriu a sua obrigação.Pretendia-se que fosse explosivo. Foi explosivo.Explodiu com a raiva dos que sofrem, com a força dos que têm razão.
A minha razão consolidou-se.
Obrigado, Vicktor, por teres acendido o fósforo.
Gracias, Jorge, por afirmares, vezes sem conta, que a vida é bela.
Assim, ainda vale a pena por cá andar.
Claro que vale a pena.
P.S. Agradecimentos especiais ao João, ao João C F, à Suzana, à Ana Bela, à Inês, à Sónia, à Ana Anes e claro às minhas Aurinha e Joana.
Querido Amigo Pedro. Este fósforo, é aquele bem longo e duradoiro que nos finais de 1999 tu me ofereceste e que me levou a iniciar a escrita de um diário que se prolongou na Oficina. O desejo de um óptimo 2004 na boa companhia da Aura e da Joaninha. Um abraço amigo.
Afixado por: Vicktor em dezembro 31, 2003 12:10 AMDuas correcções: finais de 2000 e Áurea.
Para que conste.
Grande abraço
Um grande abraço e desejos de um 2004 bem melhor do que este!
Afixado por: João Carvalho Fernandes em dezembro 31, 2003 10:57 AME estás desde já convidado para experimentar a receita de hoje no próximo dia 6, lá no emprego!
Afixado por: João Carvalho Fernandes em dezembro 31, 2003 10:59 AM